Como os algoritmos de hash protegem a criptografia de chave pública

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A criptografia de chave pública não apenas adivinha senhas. Ele se baseia em um conceito matemático específico: o valor hash. É aqui que algoritmos de hash entram em ação. Você pega um número de entrada base e o executa no algoritmo. O resultado é um resumo desses dados originais.

O verdadeiro poder está na direção da matemática. Você pode passar da entrada ao hash com facilidade. Mas tentar fazer engenharia reversa da entrada original do hash? Isso é quase impossível.

Considere um exemplo grosseiro. Comece com o número de entrada 10.667. Multiplique por 143. O valor do hash é 1.525.381.

Se você vir apenas 1.525.381, como chegou lá? Você não pode simplesmente adivinhar. Mas se alguém lhe disser que o multiplicador era 143, encontrar 10.667 é trivial.

Os sistemas de chave pública são muito mais complexos do que a simples multiplicação. Eles usam números enormes para tornar a engenharia reversa inútil.

Por que os valores de hash são importantes para a segurança

Frequentemente ouvimos falar de criptografia de chave pública e chaves privadas. A força subjacente vem desses valores de hash. Nos sistemas modernos, não usamos números inteiros pequenos. Usamos algoritmos complexos com enormes comprimentos de bits.

Os padrões comuns incluem chaves de 40 ou 128 bits. A diferença é impressionante.

Um número de 128 bits não é apenas grande. É astronomicamente grande. Existem 2 ^ 128 combinações possíveis. Esse número é assim:

340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456.000.000

Para colocar isso em perspectiva, tente encontrar um grão de areia específico no deserto do Saara. Essa é a escala de dificuldade envolvida em quebrar um algoritmo de hash forte.

A rua de mão única da criptografia

Por que isso é importante para sua navegação diária? Quando você se conecta a um site seguro, seu navegador e o servidor usam esses algoritmos de hash para verificar a identidade sem enviar dados confidenciais pela rede.

A chave pública criptografa a mensagem. Somente o detentor da chave privada correspondente pode descriptografá-la. O modelo de segurança pressupõe que calcular o hash forward é fácil. Calculá-lo de trás para frente é computacionalmente caro.

Se alguém pudesse derivar facilmente o número de entrada do valor hash, toda a Internet ficaria vulnerável. Precisaríamos encontrar maneiras melhores de proteger os dados.

Escolhendo a força correta do algoritmo

Nem todos os algoritmos de hash são criados iguais. Os sistemas mais antigos usavam comprimentos de bits mais curtos. Uma chave de 40 bits pode parecer robusta para um leigo. Mas os computadores modernos podem usar força bruta em segundos.

É por isso que mudamos para chaves mais longas. O salto para 128 bits, ou até superior, foi necessário. Cria uma barreira que o esforço humano não pode ultrapassar.

Quando você vê “SSL” ou “TLS” na barra do seu navegador, esses protocolos estão usando esses princípios. Eles garantem que a troca da chave pública permaneça segura.

A segurança da criptografia de chave pública depende da dificuldade de reverter um algoritmo de hash.

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